Cada um dá um pouco – e, juntas, 150 milhões de pessoas mudam o que querem

Quando lançamos a Change.org, tínhamos um objetivo: empoderar qualquer pessoa, em qualquer lugar, a mudar o que quiser. Este mês, superamos os 150 milhões de usuários em todo o mundo. A cada semana, registramos mais de um milhão de novas pessoas no site. Por mês, mais de 25 mil petições são criadas - o dobro do ano passado. Cada vez mais gente está na plataforma para fortalecer os maiores movimentos sociais do nosso tempo, com histórias que geram grandes notícias pelo mundo.

Mais de um milhão de pessoas protestaram contra o recente caso de estupro na Universidade de Stanford, fortalecendo a mobilização contra este tipo de agressão nas instituições de ensino superior. Após o referendo do Brexit no Reino Unido na semana passada, mais de 400 abaixo-assinados foram feitos, o que reflete o pulsar de uma nação. Esta é uma lista grande, que cresce em cada um dos 17 países em que operamos. E, no entanto, mesmo com 150 milhões de pessoas na Change.org, estamos apenas no começo do verdadeiro potencial de unir cidadãos em torno de causas comuns.

Hoje, anunciamos um passo importante para ampliar ainda mais o poder das pessoas: um novo conjunto de ferramentas para campanhas de arrecadação individual. Além de serem empoderados por meio das petições, os usuários da Change.org poderão captar recursos financeiros para que suas mobilizações sejam vitoriosas. Nos últimos meses, testamos versões iniciais destes produtos nos Estados Unidos. Ficou evidente que há muito potencial quando aliamos esforços de financiamento coletivo com campanhas de advocacy.

Amanda Nguyen foi assediada sexualmente e lançou uma petição da Change.org para que o congresso norteamericano aprovasse uma legislação sobre direitos de quem sofreu esta violação. Além de mobilizar mais de 100 mil pessoas, ela, ao usar a nossa ferramenta, arrecadou dinheiro para levar pessoas assediadas ao parlamento para entregar o documento e contar suas histórias. O resultado? Uma lei aprovada por unanimidade que define os direitos das vítimas de estupro.

O financiamento coletivo pode ser usado de formas diferentes para impulsionar campanhas. E já começamos a enxergar estas possibilidades: a compra de um quadro de avisos impossível de ser ignorado, um documentário sobre casamento infantil em comunidades rurais na Etiópia, a aquisição de passagens para entregar assinaturas a uma rede de supermercados que desperdiça alimentos e até a reconstrução da vida de uma mulher que obteve a redução da sua pena por porte de drogas por causa da petição criada pela sua filha - esta mulher foi condenada a 17 anos mesmo como ré primária.

Por conta deste início bem sucedido, agora estamos desenvolvendo novas ferramentas de campanhas de arrecadação. Elas estão disponíveis para quem cria abaixo-assinados nos Estados Unidos, mas serão expandidas para outros países nos próximos meses.

Acreditamos que há um potencial enorme para pessoas levantarem recursos que as ajudem a fazer a mudança que querem - e financiamento coletivo é somente um destes caminhos. Há mais de um ano, lançamos as petições promovidas, em que os usuários contribuem com dinheiro para divulgar petições que assinam para outras pessoas na plataforma. Cerca de 500 mil pessoas já usaram este produto, mesmo ele estando ainda restrito a um pequeno grupo. Junto com a expansão da nossa ferramenta de arrecadação individual, vamos aumentar o alcance das petições promovidas para outros países. Também estamos no desenvolvimento de um produto que é uma assinatura mensal para dar apoio a movimentos.

Para nos concentrar na construção destas ferramentas de captação de recursos, substituiremos gradualmente o nosso produto de petições patrocinadas. Tivemos a sorte de contribuir com o crescimento de mais de mil organizações e estamos animados para trabalhar com muitas delas com os novos produtos que vamos lançar. Instituições sem fins lucrativos permanecerão conectadas com os usuários da Change.org. A primeira organização a criar uma campanha piloto de financiamento coletivo na plataforma arrecadou 125 mil dólares em menos de um mês. Queremos aprofundar a nossa relação com organizações de todo o mundo, dando ainda mais voz a milhões de pessoas que querem se juntar a estas causas.

Como parte do processo de substituição das petições patrocinadas, vamos nos despedir de companheiros de equipe queridos e respeitados. Esta é a parte mais difícil da nossa decisão de investir pesadamente nestas novas ferramentas. Estes amigos participaram da construção das bases desta organização e, por isso, somos imensamente gratos. Faremos o que pudermos para apoiá-los nesta transição e para que continuem como parte da família Change.org.

Vivemos uma época de grandes desafios, mas também de novas possibilidades. Um movimento que, antes, levava anos para deslanchar e demandava investimento de grandes doadores, agora pode em poucos dias reunir vozes e recursos de milhares de pessoas que nunca se conheceram. Estamos orgulhosos por oferecer uma plataforma que dá força a estas causas e também animados em proporcionar subsídio, treinamento e suporte cada vez melhores para ampliar este impacto nos próximos anos.

Ben Rattray, CEO e fundador da Change.org

Se você tem um site, há um jeito novo e bacana de mostrar os abaixo-assinados feitos na Change.org

“Ei, como eu faço para que meu abaixo-assinado tenha ainda mais destaque?” A gente tem várias dicas para isso - pode conferir aqui - e, agora, tem também uma novidade: a ferramenta para embedar as petições em qualquer tipo de site. O que é isso? Sabe quando você lê uma notícia online sobre uma foto do Instagram ou um post do Twitter em que é possível ver a postagem completa? Então: aquilo é o conteúdo destas redes sociais embedado nos portais. Com os abaixo-assinado, já é possível fazer a mesma coisa. Aqui está um exemplo do site norteamericano Huffington Post.

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Quando o site, que pode ser de notícias, de uma organização ou um blog, embeda um abaixo-assinado, a página web mostra:

- botão para assinatura;

- a pessoa ou organização que toma a decisão sobre a demanda da petição;

- o número de assinaturas;

- a imagem;

- e a introdução do texto.

Esta ferramenta dá mais destaque ao abaixo-assinado que os links simples usados atualmente - e que são super importantes também. Para incluir a petição embedada no site, é preciso copiar um código em HTML. O caminho para este código é:

1) Ao assinar um abaixo-assinado, aparece uma página para compartilhar;

2) Clica em “Embedar abaixo-assinado”;

3) E copia o código em destaque.

Confere aqui:

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Em defesa da liberdade na internet. Vem junto?

Quem acompanha a Change.org sabe que somos a plataforma aberta, neutra e que defende que as pessoas possam criar e apoiar abaixo-assinados sobre os temas que consideram importantes - sempre em respeito à diversidade e aos direitos individuais. No entanto, há um tema que realmente não somos e nem tentamos a neutralidade: a liberdade de expressão, especialmente na internet.

Neste artigo publicado na Época, o nosso diretor-geral no Brasil, Lucas Pretti, e a advogada-geral da Change.org, Eve Chaurand, explicam porque as recentes restrições à internet no Brasil põem em risco a liberdade das pessoas em fazerem as suas mobilizações. Clica aqui que vale muito a leitura!

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Quer assinar pela liberdade de internet no Brasil? Esta petição, criada pelo Instituto ITS-Rio, é bem bacana: www.change.org/BloqueioNao.

Super novidade: Fundação Change.org vem aí!

A Change.org permite que milhões de pessoas iniciem, apoiem e sejam vitoriosas em abaixo-assinados sobre temas que elas acham importantes. Agora, estamos super animados em contar a criação da Fundação Change.org, que irá acelerar e dar suporte para movimentos em locais onde pessoas ainda não têm voz.

Movimentos estão ganhando destaque na Change.org. Mais pessoas estão sendo ouvidas sobre questões que definem o nosso futuro - como o trabalho análogo à escravidão, educação de mulheres e meninas e dificuldades de acesso à democracia. Com a Fundação Change.org, vamos aumentar o nosso impacto nestes temas vitais e oferecer mais recursos e apoio sistemático, como treinamento e tecnologia a líderes sociais e organizações ligadas a estes movimentos.

A primeira diretora-executiva da Fundação Change.org será Sara El-Amine. Você provavelmente não a conhece ainda, mas pode confiar que vai ser incrível! A vasta experiência que ela em tem educar e capacitar organizações locais vai ajudar - e muito - na ponte entre a Fundação e as pessoas que serão empoderadas nas questões atuais mais urgentes e fundamentais.

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“Este é um papel extremamente animador! Nos últimos nove anos, estive com Obama acompanhando movimentos locais liderados por cidadãos que querem mudanças em todo os Estados Unidos. Agora é hora de tornar esta experiência em algo global e construir a maior incubadora de transformação social do mundo. É um momento emocionante de encontro entre a tecnologia e a mudança social. A Change.org é líder global neste assunto e eu mal posso esperar para começar”, diz Sara El-Amine.

Ben Rattray, fundador e CEO da Change.org, diz: “Nosso objetivo é um mundo em que ninguém é impotente. A Fundação Change.org vai ajudar a conseguir isso através do apoio a movimentos para fortalecer algumas das pessoas mais desfavorecidos e abordar alguns dos maiores desafios do mundo. Sara tem visão, experiência e talento para tornar isso uma realidade - e temos sorte de tê-la à frente desta nova organização”.

Como usar a Change.org

A quantidade de pessoas que usam a Change.org no Brasil não para de crescer! Já são 6 milhões de cidadãos fazendo a transformação que desejam nas suas comunidades, cidades e até mesmo nacionais. Para ampliar a voz de tanta gente, a nossa equipe criou um site específico, com informações sobre como aumentar as mobilizações e, principalmente, conseguir as vitórias dos abaixo-assinados: www.comousarachange.org.

O site está organizado em seis partes:

1) Como começar: dicas sobre os primeiros passos na criação do abaixo-assinado;

2) Como espalhar: orientações concretas para conseguir assinaturas;

3) Como fazer barulho: aumentando a pressão sobre quem pode decidir a questão da petição;

4) Como sair na mídia: o envolvimento da imprensa na campanha;

5) Como falar com quem decide: o que fazer para, de fato, chegar à pessoa que resolve o problema;

6) Como declarar vitória: quando conseguir o que precisa, é sempre importante compartilhar a novidade com quem apoiou.

Além disso, o ComoUsarAChange.org tem um fórum para a troca de experiências e um blog para você conhecer histórias inspiradoras. Vale muito a pena acessar e acompanhar o novo site.

Financiamento coletivo na Change.org? Tá chegando!

Os criadores dos abaixo-assinados na Change.org são super criativos e cheios de habilidades - sempre à procura de novas maneiras de mobilizar e conquistar as suas vitórias. Recentemente, mais pessoas estão usando estratégias de financiamento coletivo para alavancarem as suas causas na plataforma.

O poder dos abaixo-assinados está diretamente relacionado às formas como as pessoas se movimentam para conseguir o que desejam. Muitas vezes, doações em dinheiro são fundamentais para que uma campanha criada na plataforma ganhe um patamar maior, capaz de chamar ainda mais atenção. Os criadores das petições já perceberam isso e nós da Change.org vimos que muitos iniciam mobilizações de financiamento coletivo para levantar estes recursos, seja por meio da ferramenta de atualização - já bastante usada - ou mesmo através de sites especializados em crowdfunding.

Jaha Dukureh levantou recursos para um filme sobre sua vida e sua campanha contra a mutilação genital feminina. Jeff Mizanskey criou um abaixo-assinado para obter clemência para seu pai, condenado à prisão perpétua por porte de maconha, e levantou fundos para uma campanha publicitária focada na libertação do seu pai.

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Nas próximas semanas, vamos testar uma ferramenta de financiamento coletivo em um pequeno número de petições nos Estados Unidos. O objetivo é verificar como ela funciona na prática e, principalmente, como as pessoas estão usando. Com o tempo, a nossa expectativa é tornar este recurso mais amplo e disponível para mais usuários da plataforma, inclusive no Brasil.

Sabemos que organizar mobilizações - e especialmente conquistar mudanças reais - demanda recursos que, muitas vezes, as pessoas que criam os abaixo-assinados não têm. Imprimir e entregar petições, articular atos públicos, distribuir panfletos em uma comunidade, liderar voluntários: tudo isto custa dinheiro. Esta nova ferramenta de financiamento coletivo oferece uma solução para estas questões, também a partir da força coletiva. É mais uma interação entre os criadores e os apoiadores das petições por meio da Change.org.

Você mudou o mundo em 2015

A Change.org cresceu ainda mais este ano. Junto com você, mais de 130 milhões de pessoas fazem as mudanças que querem usando a plataforma.

Neste vídeo, há histórias incríveis de quem mobilizou muita gente e teve o seu abaixo-assinado vitorioso. Assista e compartilhe clicando aqui: http://on.fb.me/1YTABDE

Change.org Retrospectiva 2015

Mais de 130 milhões de pessoas, em 196 países, estão transformando o mundo com a Change.org. Em 2015 tivemos mais de um abaixo-assinado vitorioso por hora (200 delas no Brasil!). Parabéns por se mobilizar <3O que você quer mudar em 2016? Comece por aqui: www.change.org/AbaixoAssinado

Posted by Change.org on Quarta, 30 de dezembro de 2015

Já somos 15 milhões de latinoamericanos na Change.org

Quando a Change.org chegou à América Latina em 2012, a meta era contar com um milhão de pessoas usando a plataforma. Hoje, após três anos, este número parece até ingênuo, pois já há mais de 15 milhões de latinoamericanos fazendo as transformações que desejam por meio do site. Todas as expectativas foram superadas!

A Change.org tem usuários em todos os países da América Latina e equipes dedicadas ao suporte aos criadores de abaixo-assinados no Brasil, Argentina, México, Colômbia, Chile, Uruguai, Venezuela, Equador, Costa Rica e Peru. Há, inclusive, campanhas vitoriosas que envolveram pessoas de diversas localidades do continente, como a petição que fez com que o McDonald’s parasse de usar um método cruel de produção de suínos.

Na Amérina Latina, o Brasil tem 32% dos usuários, a Argentina 23%, o México 22%, a Colombia 8% e os demais países somados correspondem a 15%.

Conheça o novo painel que coloca as pessoas que usam a Change.org em contato direto com políticos, instituições e empresas

Todos os dias, há mais políticos, governos, instituições e empresas que respondem diretamente os abaixo-assinados criados na Change.org. Isto tem um valor enorme: os usuários se conectam com aqueles que tomam decisões e conseguem as vitórias. Em apenas 24 horas, a editora Melhoramentos atendeu ao pedido do Eduardo Santarelo, criador da petição que pedia a atualização do verbete “casamento” no dicionário Michaellis - contemplando casais homoafetivos -, e a plataforma de vendas OLX escutou a reclamação da Fernanda Zelmikaitis, passando a fiscalizar os anúncios de animais silvestres e maltratados.

Agora, a Change.org lançou um novo painel virtual que torna o contato entre os criadores de abaixo-assinados e as pessoas que tomam as decisões sobre suas demandas ainda mais bacana. Este recurso permite:

- ver facilmente todas as petições direcionadas a determinado político, instituição ou empresa e também aquelas em que eles são citados no texto. Tudo em uma única página;

- organizar rapidamente os abaixo-assinados por data de criação ou número de assinaturas;

- fazer a gestão do painel por meio de um endereço online personalizado e privado.

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O objetivo deste novo mecanismos é facilitar o diálogo entre os destinatários das demandas das petições e as mais de 120 milhões de pessoas que usam a Change.org em todo o mundo. Assim, todas as partes podem conversar e buscar as melhores soluções. O novo painel pode ser usado tanto na versão para computadores quanto para celulares.

O político ou representante de instituição ou empresa pode entrar em contato com a Change.org ou se cadastrar aqui.

As 425 mihões de pessoas que falam hindi já podem usar a Change.org em seu próprio idioma

A partir de 2 de outubro, a Change.org, que já é a maior plataforma de abaixo-assinados do mundo com 120 milhões de usuários, terá a sua versão em hindi. Desta forma, as mais de 425 milhões de pessoas que falam o idioma, a grande maioria na Índia, poderão criar a sua campanha por meio do site e fazer a transformação que desejam.

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Para a diretora da Change.org na Índia, Preethi Herman, “o lançamento da plataforma em hindi no aniversário do nascimento de Mahatma Gandhi é o maior tributo para o conceito de que cada pessoa pode criar uma mudança social positiva. É crucial para o ambiente online estar disponível em línguas regionais. Estamos muito animados por abrir o espaço de campanhas digitais em hindi, chegando a mais cidadãos indianos”.

Assim, a Change.org está disponível em 14 idiomas: português, inglês, alemão, espanhol, francês, hindi, indionésio, italiano, japonês, coreano, russo, tailandês, filipino e turco. São usuários em 196 países e equipes nas 20 das maiores democracias do mundo.

Confira aqui como o site está bacana: www.change.org/हिन्दी

Veja como trabalhamos duro para garantir a integridade de cada assinatura

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A Change.org é a maior plataforma de abaixo-assinados do mundo, com mais de 115 milhões de usuários em 196 países. A cada hora, uma petição é vitoriosa no site. É muita coisa!

Em resumo, funciona assim: alguém cria uma petição sobre o tema que quiser, compartilha, recebe várias assinaturas e exerce pressão sobre as autoridades, a imprensa e quem de fato pode decidir sobre a questão. E ganha! Ainda que somente o número de assinaturas não seja o mais importante (há vitórias incríveis com menos de 1 mil assinaturas!), sem dúvida contribui para chamar a atenção.

Por isso trabalhamos tanto. O time de engenheiros da Change.org, baseado em São Francisco, no Vale do Silício, desenvolve os recursos mais avançados para garantir a integridade das assinaturas em cada petição. Temos uma equipe de dezenas de pessoas dedicada a este tema. Detectamos e prevenimos spams e verificamos a autenticidade de todos os emails cadastrados na plataforma.

1 email, 1 assinatura

Para assinar uma petição, você precisa de uma conta de email. Cada conta de email não pode assinar mais de uma vez um abaixo-assinado. Cada assinatura gera um email de confirmação. “Mas e se alguém usar meu email para assinar?” Você vai receber o email de confirmação e pode clicar em “Não assinou este abaixo-assinado? Clique aqui”. Pronto, a assinatura é excluída.

Robôs

Há diversas formas de identificar assinaturas suspeitas — e nós conhecemos todas elas! Quando desconfiamos que uma assinatura pode não ser autêntica, excluímos automaticamente em até 24 horas (sim, é muito tempo, mas estamos trabalhando para encurtar esse prazo). Portanto, não adianta. Na Change.org não entram emails inválidos, muitas assinaturas vindo do mesmo IP nem cliques mais rápidos do que é humanamente possível. Nossa Política de Privacidade explica tudo isso com mais detalhes.

Experimente!

A Change.org é uma plataforma aberta e neutra. Qualquer pessoa pode fazer a sua mobilização — inclusive você! Gente do mundo todo está transformando e melhorando o seu bairro, a sua cidade, o seu país ou a comunidade com a qual se identifica e se relaciona (veja algumas vitórias super inspiradoras!).

Ficou com dúvida ou tem ideia de algum abaixo-assinado? Fale com a nossa equipe pelo email brasil@change.org ou pelo Facebook.

Participação social da Casa Branca será integrada à Change.org

A plataforma de participação social da Casa Branca, chamada We The People, acaba de anunciar que fará uma integração com a Change.org. A partir desta parceria, os abaixo-assinados direcionados ao presidente Barack Obama que contabilizarem 100 mil assinaturas em 30 dias receberão uma resposta oficial em um prazo de 60 dias.

Esta é uma excelente oportunidade tanto para os cidadão norte-americanos se comunicarem diretamente com o seu presidente, mas também para usuários da Change.org em todo o mundo cobrarem o mesmo compromisso dos seus governos. “Este é um movimento importante que demonstra o valor e a relevância da capacidade dos cidadãos em se comunicarem diretamente e de forma transparente com gestores públicos eleitos e o poder executivo. Estamos muito animados em nos juntarmos à Casa Branca neste esforço e muito satisfeitos que o governo está optando em se relacionar com os usuários da Change.org e todos os cidadão, em um diálogo significativo - que auxilia a prestação de contas e a geração de soluções”, comemora o fundador e CEO da Change.org, Ben Rattray.

Confira o comunicado da Casa Branca aqui.

100 milhões de pessoas estão fazendo a diferença

Ao longo dos últimos anos - há três no Brasil - a Change.org cresceu e se tornou a maior plataforma de transformação social do mundo. Em 2006, uma equipe de duas pessoas começou a construir ferramentas que pudessem ajudar qualquer pessoa a fazer a mudança que quisesse, de um jeito mais rápido e eficaz. Hoje, esta equipe se ampliou e há mais de 250 pessoas trabalhando para isto ao redor do mundo.

Agora, mais de 100 milhões de pessoas em 196 usam a Change.org para fazerem a transformação que desejam, em níveis locais, nacionais e até global. Mais de um milhão de abaixo-assinados foram criados e, certamente, há uma história única atrás de cada assinatura.

A partir de agora, você pode acompanhar ao vivo o apoio que as pessoas estão dando aos abaixo-assinados em vários países e também conferir petições e vitórias recentes aqui: www.change.org/impacto.

Com parceria entre Change.org e Época, abaixo-assinados ganham destaque na revista

A repercussão na imprensa sempre contribui para que um abaixo-assinado seja bem sucedido. A petição criada pela Adair Mamede, para que ela e outras pessoas com a doença de Pompe tivessem acesso a remédios, tornou-se uma vitória no mesmo dia em que a sua situação apareceu na TV Globo. “Falamos com a jornalista na quarta-feira, a reportagem saiu na quinta de manhã e, na parte da tarde, já estávamos com os nossos medicamentos em mãos. Foi muito rápido!”, conta ela. Por isso, a equipe da Change.org faz a ponte entre pessoas que usam a plataforma e jornalistas que querem contar essas histórias de mobilização e conquistas.

Agora, os abaixo-assinados terão ainda mais destaque na Época. Por conta da parceria com a plataforma, a revista destaca que “quer incentivar seus leitores a continuar se engajando. A partir de agora, petições criadas na Change.org poderão se tornar temas de reportagens.”

Quando estas histórias forem publicadas, a matéria terá o selo “Esta causa tem petição”.

Quem quiser apoiar poderá clicar no link para ter acesso direto à petição. É uma oportunidade tanto para quem cria o abaixo-assinado conseguir mais assinaturas quanto para o leitor da revista participar da mobilização.

Confira aqui a matéria sobre a parceria e também a primeira reportagem com o selo “Esta petição tem causa”.

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